LIBERANDO PERDÃO – 2ª. PARTE

Texto básico: Tg 3.1,2a

REVISE A LICAO ANTERIOR

Três princípios de como pedir perdão para que seja realmente autêntico, espiritual e divino com efeitos transformadores.

– É um perdão profundo, não superficial.

– É um perdão que exige mudanças internas (dentro de mim) para ter mudanças externas (nos relacionamentos).

– É um perdão caro, não barato.

Muitos não estão dispostos a pagar o preço desse perdão e continuaram sem experimentar o verdadeiro poder do perdão.

Arrepender, Pedir perdão e Fazer restituição.

Vamos ver cada um deles mais de perto:

  1. Perceba que o pecado é principalmente contra Deus.  Nossa tendência é ser pego em algum pecado, erro ou mal-entendido e nos esforçar para resolver isso com a pessoa.  Não percebemos que se houve pecado, nossa ofensa maior é contra Deus, não contra alguém.  Davi entendeu isso depois de matar Urias e adulterar com a esposa dele.  O clamor de seu coração para Deus foi “Contra ti, só contra ti, pequei” (Sl 51.4). Saul e Judas disseram: “Eu pequei”; mas o filho pródigo que voltou disse “Pai, pequei contra o céu e contra ti.  Não sou mais digno de ser chamado teu filho” (Lc 15.21).

Arrependa-se.  Sem verdadeiro arrependimento e quebrantamento, um pedido de perdão geralmente terá pouco efeito duradouro.  Arrependimento flui ao nível do coração e permite perdão que flui para o coração da outra pessoa.

Sem isso o perdão tende a caminhar da mente de uma pessoa para a mente da outra, sem mudar nada a nível do coração.

Não é um acidente que quatro das sete cartas às igrejas em Apocalipse incluem um chamado ao arrependimento (2.5, 16; 3.3, 19).

Arrependimento é a base não apenas para entrar na vida cristã, mas também para crescer de forma significativa nela.

Sinta contrição. Contrição é sentir a dor que causamos à outra pessoa.  Precisamos pedir que Deus nos revele isso, tomando o tempo necessário para Ele fazer isso.

Continua…

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