O QUARTO ALICERCE DO CASAMENTO: RESPEITO INCONDICIONAL

Texto básico: I Sm 1:1-28; Ef 5:21-24, 33 

Quebra Gelo – Em sua vida toda, quem mais o respeito? Que diferença isso fez? 

            Nos tempos bíblicos, para a mulher se realizar e ter uma identidade, ela precisava ter filhos; a falta deles era um sinal de desgraça (Gn 30:1), atribuída à rejeição de alguma forma da parte de Deus.

Penina, rival de Ana, a provocava excessivamente para a irritar. Dor quádrupla numa só frase: rival, provocava, excessivamente, para a irritar.

Sua rival, de modo intencional, tornava a vida de Ana um pesadelo. Nem o amor de seu marido conseguia contornar essa dor de Ana (v.7-8). Seu marido, apesar de amá-la, não resolvia nada e talvez, tenha ate acrescentado mais dor a ela.

A falta de respeito a Ana a tornou uma mulher atribulada de espirito (v.15), ansiosa (outra versão de muito angustiada), aflita (v.16) e triste (v.18).

Por que Deus permite tantas decepções? Decepções e sofrimento têm o potencial de produzir: resiliência espiritual, quebrantamento e dependência de Deus; aprendizagem; profundidade de oração (v. 11) e respostas de oração (v. 20).

Ana nunca teria orado de modo tão profundo se não tivesse sentido tamanha dor.

Sempre ouvimos de amor incondicional. Afinal, essa é a definição do amor ágape, do qual a Bíblia fala o tempo todo.

O texto de Ef 5:33 resume os dois atributos divinos refletidos no casamento. Se forem atributos divinos, então são infinitos, porque Deus é infinito.

Traduzido para nós humanos, são incondicionais. De forma proativa, agimos à imagem de Deus pelo poder de Deus, não importa se a outra pessoa age como queremos ou não. Isso fica claro em I Pe 3:1-7.

Respeito incondicional é outra forma de expressar submissão. É uma escolha. O amor e o respeito são uma escolha.

A habilidade de respeitar alguém é gerada por vermos a pessoa de Cristo nele. Cristo em voce a esperança da gloria.

Nosso cônjuge, nosso chefe, nosso filho, nosso pastor, não vemos mais com olhos humanos e sim com olhos espirituais (Mc 8:22-26; Lc 7:44; 2 Co 5,7,16-17).

Nossa vida toda é determinada por onde fixamos nossos olhos, nossa visão. O que enxergamos, é a base de tudo que somos e fazemos – Mt 6:22-23

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