Uma nação em busca de ordem e progresso

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Jeremias 29:7

No dia em que se comemora o descobrimento do nosso País, uma pergunta vem à mente: Quem é o Brasil? Um lugar que tem como capital histórica a cidade de Porto Seguro-Bahia, que ao longo dos anos conseguiu registrar mais alegrias que traumas e, que tem como fundamento original a Cruz – o instrumento que Deus usou para limpar toda terra.

1. Uma terra consagrada à Deus (I Co.1:18; Rm.8:28; Sl.33:12)

Esta Nação foi descoberta em 22 de abril de 1500 e consagrada à Deus em 26 de abril do mesmo ano. Naquele dia, no lugar chamado hoje “Praia de Coroa Vermelha”, foi levantado um memorial ao Senhor – a Cruz, tornando o Brasil território dedicado à Cristo; embora este momento tenha sido conhecido como sendo a primeira missa celebrada nesta terra, o marco inicial da religião no Brasil aponta para a Cruz vazia, de Jesus ressuscitado. Ou seja, nosso país nasceu sob bases bíblicas.

2. Uma terra com muitas heranças

Essa nação herdou de seus antepassados a escravidão, expressa em várias áreas:

• DEPENDÊNCIA ECONÔMICA – as tribos originárias viviam um padrão de economia de subsistência; por outro lado, durante a colonização, o Brasil foi marcado pela dependência de Portugal, que praticava uma economia de exploração de matérias-primas, agrícolas e minerais, dedicada à exportação e à sustentação da própria metrópole.

• MEDO E TRAUMAS – como resultado da dominação e extermínio de diversas tribos de índios que povoavam o território brasileiro.

• POLIGAMIA – nas tribos os homens tinham várias mulheres.

• POLITEÍSMO – nas tribos indígenas vários deuses eram cultuados.

• PRECONCEITO – racial, intelectual, econômico e religioso.

• FALTA DE LIBERDADE DE EXPRESSÃO – muitos se aproveitam da miséria humana e se promovem, da mesma forma que foi no passado.

• FALTA DE INFORMAÇÃO – a falta de informação leva à escravidão na mente e o impacto é social. Muitos não conhecem seus direitos e por isso têm vivido como escravos (Os.4:6a).

• ESCRAVOS DE IDEIAS – todos nascemos inteligentes, mas infelizmente nem todos querem desenvolver essa inteligência. Quando alguém deixa de pensar, ser criativo, passa a ser escravo dos que pensam.

Mesmo sendo assim, podemos alimentar boas expectativas para o futuro deste lugar, depende de nós, da nossa postura daqui para a frente. Não precisamos estar amarrados, aprisionados, podemos fazer a escolha de sermos livres e de ser canais de libertação para outras vidas (II Cr.7:14; Jo.8:32).

Libertaremos a nossa Nação à medida em que buscarmos à Deus, confessarmos os nossos pecados, deixarmos de lado essas práticas pecaminosas – e para isso precisamos do conhecimento da vontade de Deus, que está em sua Palavra.

3. Uma terra sob decreto (Dt.31:8).

O Brasil possui quatro símbolos. Cada um deles carrega em si significados que são como decretos sobre nós:
• Hino Nacional – O Hino Nacional fala do “sol da liberdade” que Brilhou no céu da Pátria. Viveremos essa liberdade à medida em que o Sol da Justiça (JESUS) brilhar sobre nós (Ml.4:2; Mt.17:2).

• Escudo ou Brasão Nacional – Representa a glória, a honra e a nobreza do Brasil; foi criado na mesma data que a Bandeira Nacional. No centro há um escudo circular sobre uma estrela verde e amarela de cinco pontas (Sl.84:11; Sl.18:2).

• Bandeira Nacional – A bandeira carrega em seu desenho uma serie de valores preciosos: o retângulo verde representa as matas e florestas brasileiras; o losango amarelo representa o ouro; a esfera azul representa o céu. Toda a riqueza que a terra possui tem como ponto central o céu, que delimita a frase “Ordem e Progresso”, nos ensinando de onde virá o que será a grande marca brasileira (Is.61:7).

• Selo Nacional – É constituído por uma esfera com as estrelas – o mesmo desenho do centro da Bandeira, envolvido pela inscrição República Federativa do Brasil. Esse selo consolida o que a Bandeira representa em relação ao Céu (Gn.41:32).

A libertação do Brasil depende de nós. No Senhor podemos ter alteração dos padrões de escravidão que herdamos para viver os decretos que são a nossa marca, a nossa identidade. Somente precisamos alimentar a nossa fome por mudanças, lutar por dias melhores e reconstruir, olhando para Jesus Cristo, o Senhor deste lugar. O Ap. Renê Terra Nova afirma: “A Cruz foi a base que deu ORDEM. O Messias ressuscitado é a certeza do nosso PROGRESSO”. A marca da glória, honra e nobreza de Deus em nossas vidas será maior que as feridas que nos fizeram ao longo de nossa história.

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