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A Festa das Trombetas

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Levítico 23:23-25

As sete festas judaicas foram ordenadas por Deus ao povo de Israel através de seu servo Moisés, descritos na Torah, especificamente em Levítico 23.
As quatro primeiras festas, também chamadas “festas da primavera”, apontam para a primeira vinda do Messias, que foram perfeitamente cumpridas pelo Messias nos dias determinados.

A Pessach (Páscoa Judaica) aponta para crucificação e morte de Yeshua (Jesus) – (Cumprida). Matzot (Pães Ázimos) apontam para o sepultamento de Yeshua (Jesus) – (Cumprida). Habikurim (Primícias) apontam para a Ressurreição de Yeshua (Jesus) – (Cumprida). Shavuot (Pentecostes) aponta para a descida do (Ruach Hakodesh) Espírito Santo no dia de pentecoste – (Cumprida).

As últimas três festas, também chamadas “festas do outono” apontam para a segunda vinda do Messias.

A primeira festa do outono é o Yom Teruah/Rosh Hashaná conhecida como a Festa das Trombetas, que Profeticamente aponta para o Arrebatamento da Igreja. Yom Kippur (Dia da expiação) é o dia do Perdão e aponta para a redenção de Israel durante o período da tribulação (ainda a se cumprir). Sukkot (Festa dos Tabernáculos) aponta para o retorno do Messias à terra e o estabelecimento do Reino milenar (ainda a se cumprir).

A Festa das Trombetas ocorre no 1° dia do mês de Tishri, o sétimo mês do calendário judaico religioso e o primeiro do calendário Judaico civil (setembro/outubro no nosso calendário) e ocorre também no 1º dia da Lua Nova, considerada a noite mais escura do mês, razão pela qual não era fácil identificá-la, tendo em vista que sua face escura está voltada para a Terra e sem acesso do sol.

O significado histórico do toque de trombeta nas Escrituras era múltiplo, variado conforme revelado por Deus a Moisés, no livro de Números.
Na tradição judaica, diz-se que a trombeta causa confusão em Satanás. Isso é verdade porque seu som é o de um anúncio do vindouro Reino de Deus, aguardado tanto por judeus como por nós cristãos.

O tema da festa compromisso das Trombetas é o arrependimento. É quando devemos fazer um levantamento de nossas condições espirituais, verificando e implantando as necessárias correções em nossos procedimentos, repensando relaciona-mentos, perdoando a quem nos magoou, tentando reconciliações.
Rosh Hashanah significa em hebraico “cabeça do Ano”. Neste dia, Deus é coroado pelos homens como Rei soberano da criação; é reconhecido como juiz do Universo.

Trombetas é uma festa diferente por ser a única que incide na Lua Nova, enquanto que as demais caem no meio do mês, na lua cheia. Trombetas não há luz, mas escuridão. Apesar de ser um shabat, aponta para o julgamento dos rebeldes da terra (Sf.1:15; At.2:20) prefigurados na escuridão do Egito e nas 10 pragas. Mas os filhos da luz, terão salvação, provisão e proteção.

A festa das trombetas é o dia em que as portas dos céus se abrem. A palavra diz que os céus têm portas e por várias vezes, da terra, neste dia as portas foram vistas abertas (Sl.24; Sl.118:19-20).

Kiddushin/Nesuín: Dia da cerimônia da Boda – Na parábola das 10 virgens, Jesus revelou o modelo hebraico de casamento. Depois do compromisso feito entre os noivos, o noivo parte para preparar as núpcias com a promessa de voltar e levar para junto de si a sua noiva. O noivo volta na calada da noite e sem aviso, rapta a noiva, consuma o matrimonio e, ambos ficam na recâmara por sete dias.

Entre Yeshua e Sua noiva, o mesmo acontecerá e, depois de a ter arrebatado, ficará com ela sete anos, nas chamadas bodas do Cordeiro, enquanto na terra se passam os sete anos da Tribulação, as inevitáveis dores de parto, para o retorno do Messias e restauração da terra.

HaMelech – dia da coroação do Rei Messias – A festa das trombetas, é considerada um dia memorial a José, não o rejeitado filho de Jacó mas, o aclamado Governador do Egito. Foi neste dia, em que José, ao cabo de tantos anos saiu da prisão e apresentou-se a Faraó. Passados dois anos, Faraó, não resistindo a sua sabedoria, empossou-o administrador das suas terras e, governador de todo o Império Egípcio do mundo de então. José foi liberto “da prisão, para o Palácio”. Nesse memorável dia, José foi anunciado e passou por toda a terra do Egito. No Egito, não era costume tocar-se o Shofar porém, em favor de José, no Egito, ainda que não soubessem que em Israel se celebrava Trombetas, o shofar foi tocado anunciando a sua coroação.

Natzal: dia da ressureição dos mortos e rapto (arrebatamento) – O outro nome dado a Festa das trombetas é o dia escondido, ou o dia para esconder-se (Yon Hakeseh) – durante o mês de Elul, todos os dias toca-se um shofar, avisando o povo para voltar-se para Deus, com exceção do 29º dia, o que antece-de o dia da festa das trombetas. Nesse dia faz-se silêncio. O Sl.27:5 é revelador desta realidade.

Finalmente, o toque do shofar é uma arma contra inimigos – O som do shofar indicava a proximida-de de inimigos, como para tomarmos posição para a guerra. Reis, profetas e sacerdotes, assim assumiam em proteção da nação. Esse som é um sinal profético, para Deus manifestar a Sua presença e vitória. Quando o shofar toca, não é um som qual-quer, mas tem que haver extrema reverência e temor, esse toque significa que é preciso tomar posição, pegar nas armas e estratégias de guerra, avançar, conquistar, pois alvoroça o arraial dos inimigos, mas garante que as novidades, milagres e vitorias do Senhor, vem em direção ao Seu povo.

O toque do shofar hoje, também é um forte sinal de restauração; não apenas pelo retorno da Israel a sua terra, pela reunificação de Jerusalém, mas porque a multidão de gentios, que estão voltando às raízes hebraicas da sua fé e, enxertados na Oliveira, assumem a importância e o valor do shofar, dele fazem uso nas nações, reconhecendo a sua relevante mensagem e características proféticas.

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