Como Lidar Com As Mudanças

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Hebreus 1:10-12

Toda nossa vida está envolvida em constantes mudanças, se todas as coisas cooperam, vamos aprender a lidar com estas mudanças, elas acontecem no casamento, na carreira, nos filhos, enfermidades, casa ou cidade nova, divórcio, aposentadoria, viuvez. Em cada uma destas áreas, passamos por mudanças radicais. Umas trazem alegria, enquanto outras trazem sofrimento e confusão.

Para aqueles que estão sob a autoridade de Deus, todas as mudanças podem ser experiências positivas e fortalecedoras, porém, a forma de reagir diante destas situações varia de pessoas para pessoas em cada situação. Uma coisa temos que entender, que estas mudanças podem aprofundar e ampliar nosso relacionamento pessoal com Deus.

As mudanças da vida nos fazem lembrar que Deus é fiel ontem, hoje e para sempre (Hb.13:8).

Quando casamos a mudança em nossa vida é radical. Enquanto solteiros vivíamos em torno de nós mesmos, agora precisamos dividir a nossa vida com outro e isso inclui muitas outras responsabilidades que não tínhamos antes; da mesma forma com a chegada dos filhos, mais responsabilidades e atribuições, mais serviços; com doenças da mesma forma, toda a família adoece junto porque passam a cuidar do enfermo dentro de casa, sua rotina muda. Quando se divorcia, mais uma mudança, o reaprender a viver sozinho, fazer suas coisas sozinho outra vez; da mesma forma quando fica viúvo, é um processo de reestruturação geral da sua vida, muitas mudanças.

Uma das mudanças mais difíceis hoje é quanto ao relacionamento com os filhos adultos. Quando crianças os pais sonham que cresçam e parem de dar trabalho, quando crescem percebem que dão mais trabalho do que simplesmente trocar fraldas e fazer mamadeira.

Na parábola do filho pródigo, Jesus apresentou um padrão de relacionamento saudável entre um filho adulto e seu pai (Lc.15:11-32).

1. O pai tinha conhecimento da independência dos dois filhos – mesmo sabendo que no caso do filho mais jovem aquilo não era o melhor para ele (vs.12,13).

2. Tratou os dois como adultos – Em vez de exigir a obediência infantil do filho mais velho, que protestou pela generosa e longa festa de boas vindas ao irmão cabeça-dura, o pai argumentou com ele de adulto para adulto (vs.31-32).

3. Deixou eles decidirem – O pai permitiu que os dois filhos tomassem suas próprias decisões e arcassem com as consequências de suas ações.

4. Estava pronto para o perdão – Ele estendeu a cada filho o amor perdoador e incondicional (vs.21-24;31).

Precisamos ter clareza de uma coisa, o fato de ser adulto não impede a interdependência amorosa entre filhos e pais.

Os filhos adultos de Noé se beneficiaram de sua proteção (Gn.6:18-22).
Judá tentou poupar seu velho pai Jacó de um desgosto (Gn.44:19-34).
– Enquanto estava pendurado na cruz, Jesus providenciou o cuidado para sua mãe (Jo.19:26-27).

O laço de amor entre pai e filho não deve ser quebrado pelo passar dos anos, pela mudança inevitável de residência ou pelo subsequente realinhamento de lealdades. Pelo contrário, ele permanece como um compromisso continuo entre os pais e seus filhos, do nascimento até a à morte: o de estarem sempre disponíveis e se ajudarem mutuamente nos momentos de necessidade (Pv.4:3-6; 10-13).

Velhice – A mudança mais resistente que existe no ser humano, e que ele não se prepara para ela, é a velhice. A aparência, a saúde e as circunstancias mudam com o tempo e, muitas vezes de maneiras contrárias a nossa vontade. Muitas pessoas lidam com a tensão provocada pelo envelhecimento tentando se apegar a beleza exterior, a força juvenil ou a realizações vocacionais. No entanto, é somente ao nos darmos conta de que Deus criou cada um de nós e, segundo seu plano nos acompanha ao longo das diferentes fases da vida, que fazemos as pazes com o fato inevitável de que todos nós envelhecemos.
Assim como cada estação da natureza tem sua beleza e propósito de acordo como plano de Deus, também não há estação na vida em que a pessoa cristã tenha motivos para se desesperar. As oportunidades e habilidades podem entrar em declínio com a idade, mas cada dia de vida que Deus dá é ordenado com um propósito segundo a sua sabedoria perfeita.

O plano de Deus inclui pessoas de todas as idades.

– Miriã era apenas uma menina quando acompanhou pela margem do rio o cesto que levava seu irmãozinho, Moisés. Muitos anos depois ela ajudou seu irmão a conduzir o povo de Deus por outras águas rumo a liberdade.

– Maria era uma adolescente quando Gabriel lhe anunciou que seria mãe e logo vemos uma mulher de meia-idade testemunhando a crucificação, ressurreição e a vinda do Espirito Santo sobre a Igreja Primitiva.

– Sara havia há muito passado da menopausa quando deu a luz seu filho Isaque. As mulheres que vivem cada dia para Cristo darão frutos não apenas na juventude, mas também na velhice (Sl.92:12-15).

Por tudo isso precisamos aprender a viver cada uma das fases de mudança da nossa vida sem estar murmurando, porque a melhor mudança que pode acontecer na sua vida, não depende de Deus ou das pessoas, depende de você mesmo.

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