Saindo do cativeiro

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saindodocativeiro
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Texto básico: Sl 126 (NVI)

Vivemos num mundo onde sonhar se tornou apenas as visões que temos quando estamos dormindo. Alguns até dizem: Sonhar pra que? Não podemos alimentar ilusões em nossas vidas. Estas expressões revelam o nível de cativeiro que esta alma esta, tão presa que é incapaz de sonhar.

Jeremias havia profetizado que Israel passaria por 70 anos de cativeiro (Jr 25:11 )

Enquanto estiveram no cativeiro, parecia impossível sonhar, ter a esperança que um dia Deus os visitaria para restaurar o seu povo, porém Deus não deixava de alimentá-los com a promessa.

Jr. 29:10-14 – Os plano de restauração de Deus não estão restritos em tirá-los das mãos do rei da Babilônia, mais arrancá-los das mãos de Satanás que tem o maior presídio desta terra em suas mãos. Vemos reportagens de uma superpopulação carcerária, porém o inimigo de nossas almas, mantem esse título. São milhares de pessoas que estão em cativeiro físico, emocional e espiritual. E a maioria só tem noção disso quando são libertos, já estão acostumados com essa vida de jugo e não lutam pela liberdade.

Quem já esteve em um cativeiro sabe o quão terrível é, a sensação de impotência, de que seus dias estão contados, que nada vai acontecer para mudar aquele destino. Porém o Senhor, libera uma palavra de libertação para o seu povo.

Há níveis de cativeiro:

– FÍSICO – o mais conhecido de todos onde o infrator fica privado de sua liberdade. Do seu direito de ir e vir por ter cometido algum delito ou não.

– EMOCIONAL – Este é o cativeiro mais sutil, vai lhe prendendo lentamente através de palavras, no medo, na tristeza, no fracasso, na morte, no ódio, enfim em vários sentimentos que a pessoa fica impotente, não consegue reagir. Está presa e nada pode fazer para mudar isso. Um desanimo de viver toma conta de sua vida.

– ESPIRITUAL – Este cativeiro o homem já nasce com ele, debaixo de uma atitude errada de Adão, todos nos tornamos cativos do pecado. (Rm 3:23). E quando liberto, o próprio homem decide continuar preso, desta vez na religiosidade. Há muitas mentes cativas a dogmas, religião, ensinos de nossos antepassados, mesmo tendo a mente mais esclarecida, continua cativa da tradição familiar.

Este cativeiro tem um forte poder dominador, porque aprisiona a mente e ela fica impotente, gerando incredulidade

A igreja de Jesus foi criada por Ele para ser livre, para expressar o amor dEle por nós. No entanto sua igreja está cativa no medo, na incredulidade, no comodismo e não quer mais falar do Seu amor. Sua voz profética foi anulada. O mundo está cada vez mais conturbado porque a igreja está muda, não confronta, não trata os problemas de frente, mudou o foco, os valores, a importância maior não são mais vidas, mais seu próprio bem estar.

Onde está a voz profética da igreja? Israel ficou por 400 anos sem ouvir esta voz.

I Sm 1 fala de uma mulher que entendeu que o povo de Deus precisava voltar a ouvir a voz do Senhor. Ana, mulher estéril entra num clamor. Ela clamava por um filho, na realidade era um clamor pela voz de Deus que tinha se calado no meio do Seu povo. Ao saber e ver as prostituições dos filhos do sacerdote, seu coração gemia diante de Deus. Precisamos de uma voz que fale contra esse pecado na casa de Deus. Israel precisava voltar a temer, a reverenciar, ouvir a voz do Senhor. A casa de Deus estava sendo banalizada porque ninguém tinha coragem de confrontá-los.

Deus levanta Ana num clamor para tirar Israel do cativeiro da prostituição, da imoralidade, da idolatria. Era um gemido de alma e espirito, a ponto do sacerdote a tê-la por embriagada. O gemido pela presença de Deus, pela sua voz. Ana era estéril. Estamos vivendo dias de uma igreja estéril, que não gera mais profetas, não gera mais pastores que tenham coração segundo o de Deus, que não amam ovelhas, vidas, pelo contrário, são amantes de si mesmos e comem a lã e o leite da ovelha, sem se preocupar e lhes dar pastos verdejantes.

A libertação do cativeiro trás em si uma unção de alegria – v.2-3

Esta alegria volta ao rosto dos cativos, os sonhos voltam, a vontade de viver e conquistar voltam. v.5 e v.6.

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