Não Mate a Sua Colheita

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naomatesuacolheita
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II Reis 7:1-2, 15-20.

Nesse tempo Israel, mas propriamente Samaria, passava por uma situação de calamidade total. Ben-Hadade, rei da Síria havia sitiado Samaria. Este era uma prática comum, onde a cidade fortificada era cercada e ninguém poderia entrar ou sair sem ser preso ou morto. As reservas de alimento vão ficando escarças e a tendência era a rendição. A situação de miséria era tão grande que duas mães fizeram um acordo de matarem e comerem a carne dos próprios filhos por causa da fome. O alimento era negociado num preço altíssimo e já não havia mais animais para servirem de alimento.

Como já era de costume, o rei resolveu culpar alguém e esse alguém era justamente o profeta Eliseu. O rei chegou a jurar que naquele mesmo dia cortaria a cabeça do profeta Eliseu.

Previamente avisado pelo Espírito Santo de Deus, Eliseu então libera uma palavra profética perante o rei e todos os moradores daquela cidade. A palavra consistia em dizer que em 24horas toda aquela situação, que já durava anos, milagrosamente, seria transformada em manancial de alimento e abundância.

O texto, porém, afirma que um certo cidadão que era o braço direito do rei, disse na frente de todos, desprezando a palavra do profeta: “Eis que ainda que o SENHOR fizesse janelas no céu, poder-se-ia fazer isso?” Ao que o profeta respondeu: “Eis que o verás com os teus olhos, porém disso não comerás”.
Surgem então algumas perguntas:

1 – Para quem era aquela palavra do profeta?

2 – Havia restrições ou exigências para ter o direito de desfrutar?

3 – O moço que segurava no braço do rei, teria direito a profecia?

4 – Então por que ele foi o único a não desfrutar da profecia?

1. Por causa da sua boca.

Aquele homem destruiu sua colheita por causa da sua boca. Se ele tivesse ficado calado com certeza teria comido da abundância. Mesmo se não cresse, mas se tivesse ficado calado, teria provado da promessa.

A Bíblia nos afirma em Provérbios que o que sai de nossa boca é o que nos alimenta. Somos profetas e precisamos aprender a usar nossa arma profética em nosso benefício. Muitos servos do Senhor estão destruindo suas colheitas por causa do seu discurso negativo e destrutivo. Por que aquele homem foi abrir a boca? E justamente para falar uma besteira des-sas sem tamanho? Ele chegou a afirmar que nem se Deus abrisse janelas nos céus tal mila-gre seria possível.

Não mate sua colheita com seus lábios. Vigie seu discurso. Preste bem atenção no que você está falando. Você pode estar matando seu direito a colheita.

2. A mente do moço não concebia milagres.

Ele ficou tentando imaginar como aquilo era possível e por isso não conseguiu crer. Precisamos entender que milagres não se compreendem com a mente mas se recebem pelo espírito. Se pudéssemos compreender o milagre, este deixaria de ser milagre para ser um experimento de laboratório. Se sua mente não concebe não quer dizer que não possa aconte-cer. Se o Senhor falou, creia, receba e viva a palavra profética.

3. O presente do moço o impedia de acreditar no futuro.

Muitos servos de Deus hoje não conseguem receber em seu espírito a promessa de Deus por causa da vida que vivem no seu presente; matam suas colheitas por desacreditarem que Deus possa fazer algo tão maravilhoso ao ponto de transformar todo o seu presente; pensam num processo lento e extenso e por isso não acreditam que algo possa acontecer; vivem uma miséria hoje e não acreditam que viverão uma abundância amanhã.

Mas hoje eu estou aqui para profetizar em sua vida que AMANHÃ A ESTA HORA TUDO SE FARÁ NOVO E DIFERENTE NA HISTÓRIA DE SUA VIDA. Deus resolveu entrar na sua his-tória HOJE e trazer o novo e o impossível para você. Amanhã, a esta hora, você já terá um novo discurso e uma nova benção, um milagre novo para contar. CREIA!

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Marta Rocha
Marta Rocha
5 anos atrás

Amém eu creio

Marta Rocha
Marta Rocha
5 anos atrás

Amém eu creio

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