O saco furado

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Uma das mais profundas razões da falta de prosperidade financeira é abordada na Bíblia como tendo sua raiz no egoísmo e na falta de sensibilidade para com aquilo que deve ser feito em prol da Casa e do Reino de Deus.

1. Voltando do Cativeiro (Ageu 1:2-4).

Vemos nos dias do profeta Ageu que o povo que voltara do cativeiro babilônico se encontrava sem disposição alguma de reedifi-car o templo do Senhor. Muita gente passa toda a sua vida pensando unicamente em si mesmo, sem se dispor a fazer nada para Deus.

2. Ordem de Deus (Ageu 1:8).

“Disse Deus a seu povo…” – Deus protesta contra a atitude do povo e demonstra esperar que eles se envolvessem na sua obra.

3. Por que não prosperamos? (Ageu 1:6)

Deus revela também que a razão de não estarem prosperando (pelo contrário, acabam vendo seus bens e provisão misteriosamente desaparecer) era o fato de não se importarem com a Sua Casa. Muito esforço e pouco resultado. Fazer algo sozinho ou debaixo da graça do Pai Celeste têm muita diferença (Sl.127:1-2).

4. A prosperidade não é fruto só do esforço.

Embora o trabalho seja um meio o qual Deus usa para prover seus filhos, fica clara a diferença entre quem alcança algo sozinho e quem o faz com a bênção do Alto. Deus nunca quis que o homem tivesse a presunção de alcançar a prosperidade sozinho

Esforço e trabalho produzem resultados, mas só isto ainda não nos leva ao melhor de Deus. E quando quebramos princípios (como o povo de Deus fez nos dias de Ageu) além de não entrar na bênção, ainda produzimos o efeito inverso: atraímos maldição! (Dt 8:11-14, 17-18).

5. Deus corrige o Seu Povo (Ageu 2:15-19)

O Senhor sempre corrige seu povo; não por que queira nos prejudicar, mas justamente porque nos ama e deseja o nosso melhor.

Vemos que a insuficiência se estabeleceu como uma maldição na vida do povo de Israel naqueles dias. O estoque de grãos se dissipava antes de ser consumido. Toda sorte de empecilhos à prosperidade se instalou impedindo a bênção financeira.

6. A raiz do problema.

O problema de Israel era um só: o egoís-mo e a indiferença para com Deus. E este não é apenas um problema do passado. Há muitos cristãos hoje que estão presos em seu egoísmo e não conseguem pensar em outra coisa além de si mesmos.

7. O Reino de Deus em primeiro (Mt.6:33).

Jesus nos ensinou a não nos preocupar com o que havemos de comer, beber ou vestir (Mt.6:25). Não por que estas coisas não sejam importantes, mas por que a forma de obtê-las não é mediante esforço ou ansiedade, e sim por colocar os devidos prin-cípios espirituais para operar em nosso favor. E isto inclui uma mudança de prioridades e valores em nossa vida.

8. Os abalos de Deus (Hb.12:25-29).

Eles são o modo como Deus faz com que nossas vidas sejam chacoalhadas para que as coisas abaláveis sejam removidas e as inabaláveis permaneçam. Vemos que a rebeldia daqueles que não dão ouvidos à voz divina será repreendida com abalos. Note que não estamos falando sobre Deus recompen-sar a fidelidade com abalos, mas sim daque-les que rejeitam a voz de Deus, ou seja, sua Palavra. Disto falou o salmista (Sl.68:6b). Quando procedemos de forma correta, colo-cando o Senhor em primeiro lugar, tudo muda.

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