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Meu ídolo é Jesus

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“Por isso, meus amados irmãos, fujam da idolatria.” I Corintios 10:14

A mídia criou uma fábrica de subcelebridades. Qualquer um que ganhe notoriedade pode ficar famoso. Vivemos um tempo em que esses novos ídolos são cultuados por grande parte das pessoas. Rapidamente uma legião de fãs se forma, copiando a fala, o jeito de vestir, etc.

O conselho de Paulo aos irmãos da igreja de Corinto é claro: devemos fugir da idolatria. O coração humano é enganoso e, por isso, tende a depositar sua fé em coisas, pessoas, dinheiro e poder. Os evangélicos não se apegam a ídolos feitos de barro, madeira ou metal, mas há muitas divindades ocupando o lugar do Senhor no coração do homem.

Podemos ter admiração pelo talento de alguém e usar os bons exemplos dessa pessoa como referência, mas jamais devemos permitir que ela ocupe o lugar de Deus em nosso coração. Precisamos tomar cuidado para que a admiração não se torne idolatria.

Em deuteronômio 6:5, lemos que precisamos amar a Deus com tanta intensidade quanto seja possível: coração, com todo nosso ser: alma, com empenho físico: forças e com nosso intelecto: mente. Ou seja, amar a Deus requer sentimento, ação e pensamento.

No livro de Atos 8 menciona a história de Simão, um artista impressionante entre os jovens e os velhos, entre os pobres e os ricos da época de Paulo. Todos eram fãs de Simão, o mágico (Atos 8:9-11). Ele era incrível, carismático, cheio de talento e com uma grande capacidade de prender a atenção de todos.

Simão aceitou Jesus, mas seu coração ainda não estava completamente aberto para Deus. As transformações precisavam acontecer de dentro para fora.

Ser cristão é mais que mudar aquilo que é aparente, é agir como o Mestre agiu. Portanto, não é suficiente dizermos que somos crentes, precisamos ser convertidos.

Jesus ensina que para segui-lo é necessário mais que confissão, é preciso renuncia das vontades (Mateus 16:24-27). O mágico levou um tempo para compreender que as mudanças que Cristo faz são mais profundas.

A principal diferença entre fãs e discípulos é o comprometimento. Os fãs não tem compromisso com seu ídolo. Eles gostam, admiram o que o artista faz, divertem-se, mas não mantêm fidelidade. Quando o modismo passa ou quando outra celebridade aparece, eles mudam a preferência.

Já o discípulo de Cristo compromete-se com Sua mensagem e tem por principal objetivo tornar-se parecido com Ele.

Quem não faz a vontade do Mestre e não tem prazer em Sua presença, não pode ser considerado Seu discípulo, mas apenas fã.

E você o que deseja fazer? Continuar acompanhando de longe as notícias de Jesus, como um fã, ou se aproximar e ter intimidade com Ele como um discípulo?

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