O Poder do Sangue de Jesus

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Hebreus 9:12

A história do homem na terra começa quando Adão e Eva, criados pelas próprias mãos do nosso Deus, viviam no paraíso, eram filhos de Deus, e por esta razão, tinham direito de estar no paraíso. No entanto, satanás seduziu Eva a desobedecer uma ordem estabelecida pelo Pai (Gn.2:16-17).

Com o pecado, os olhos do casal se abriram e eles viram que estavam nus. Por conta disso, foi necessária a morte de um animal para cobrir a sua nudez. Esse então foi o primeiro preço de sangue que foi derramado na terra. Por causa do pecado houve derramamento de sangue.

A bíblia continua contando em Gn.4 que seus filhos Caim e Abel ofereceram sacrifícios a Deus. Abel trouxe a primícias do seu rebanho, ou seja, a primeira ovelha; o Senhor se agradou e aquele sacrifício foi aceito por Deus.

Gn.8:21 a Palavra fala do sacrifício de Noé. Através do sacrifico de Noé, do derramamento de sangue de animais limpos, Deus fez uma promessa que não amaldiçoaria a terra por causa do homem.

Assim também foi marcada a vida do patriarca Abraão, onde Deus o prova pedindo a ele seu filho como holocausto. Abraão obedece a Deus e leva o rapaz, com a lenha sobre o seu ombro e sobe até o monte Moriá. E foi quando ele já estava pronto para imolar o seu filho que o anjo bradou para que ele não fizesse nada ao o rapaz (Gn.22:13).

Moises foi levantado para libertar o povo de Israel. Antes da libertação, vieram 10 pragas e da última praga, Deus instituiu a páscoa (Ex.12). Neste dia, para que os primogênitos não fossem feridos, foi estabelecido que cada família pegaria um cordeiro sem defeito, e com a morte desse cordeiro o seu sangue seria passado nas ombreiras e nas vegas das portas, e através daquele sangue a praga destruidora não chegaria na casa do povo. Assim eles fizeram, os primogênitos egípcios foram mortos e o povo foi liberto.

Logo em seguida foi constituída a lei do Senhor, junto com ela o Tabernáculo (aonde a presença de Deus habitava, através da arca), onde era necessário ter um sumo sacerdote que entrava uma vez por ano para fazer propiciação através do sangue de bodes e bezerros por si e pelos pecados de ignorância do povo. Dessa forma era feita a remissão dos pecados.

Tudo isso, de fato, era uma forma que o Senhor usava, na época da lei, para se aproximar do homem e para que houvesse a remissão dos pecados (Hb.10:1).
Dentre todas essas informações, uma coisa deve estar em nosso coração: que o Antigo Testamento aponta para um único cordeiro, o qual foi profetizado pelo profeta Isaias, um cordeiro perfeito, aquele que nasceria de uma virgem, que veio em forma de homem e sem pecado. Ele morreu, fazendo assim a remissão dos nossos pecados, nos livrando da ira de Deus e da maldição do inferno; o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele (Is.53:5): JESUS CRISTO, o Filho de Deus.
Ele trouxe, em suas pisaduras, a cura, e hoje é o nosso sumo sacerdote. Não oferecendo sangue de animais, mas sim, o seu próprio sangue, trazendo remissão, graça, poder, santificação, filiação e salvação a fim de que possamos viver a vida que o Senhor sonhou para cada um de nós.

Precisamos do sangue de JESUS porque somente através deste sangue podemos ser filhos de Deus. Somente filhos tem herança. Para voltarmos ao paraíso precisamos fazer um caminho de volta. O que tornava o Éden o paraíso não eram as belezas naturais apenas, mas a beleza sobrenatural da presença de Deus, e só é possível viver nessa presença e restaurar o relacionamento de pai e filho através do sangue de JESUS, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.
O sangue de Jesus nos purifica (I Jo.1:7; Is.1:18).

“Se, porém, andamos na luz…” – a luz simboliza a palavra (Sl.119.105). Existe aqui uma ação que cabe a nós. A bíblia diz “se andarmos ”, andar exige sair da zona de conforto e buscar estar nesse caminho (Jo.6:35).

Quando Jesus diz “aquele que vem a mim”, Ele está mostrando uma ação nossa. Muitos acreditam que em sua preguiça haverá purificação dos seus pecados, mas o nosso mestre nos ensina a andar, avançar e ir até Ele. A parte mais difícil e mais importante Ele já fez: pagou o preço de sangue, morreu em nosso lugar e nos deu a salvação; agora é nossa responsabilidade ”andarmos na luz”, ou seja, na Sua palavra, e assim seremos purificados de todos os nossos pecados.
O Sangue de Jesus traz comunhão.

Estar na luz e ser purificado do seu pecado gera em nosso meio a “comunhão uns com os outros”. É impossível falarmos que andamos na luz se odiamos o nosso irmão. A comunhão e um fator de prioridade no meio dos remidos – amar o nosso irmão e entender que temos uma ligação, uma união, entender que aquilo que nos une é infinitamente mais poderoso do que aquilo que nos separa.

Ef.1:8 – Deus derramou sobre nós a Sua graça, que tem como símbolo o sangue de Jesus. Para esse sangue ser derramado sobre nós, temos que estar juntos. O sangue quando seca na pele é como uma cola, assim também, o sangue de Jesus é a “cola” que traz unidade no meio dos remidos.

O sangue de Jesus nos justifica (I Jo.1:7).

Precisamos confessar o nosso pecado. Quando confessamos, Ele é fiel e justo para nos purificar. Não somos justificados por obras, temos o nosso papel que é confessar, mas a justificação vem através do sangue de Jesus.

O sangue de Jesus nos cura (Is.53:5)

O Sangue de Jesus nos santifica (Is.1:18-19).

O sangue de Jesus nos permite mergulhar na Glória de Deus e a Sua glória deixa nossas vestes brancas.

 

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